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1. VISÃO GERAL DO PRODUTO

TERMATROL® PRO é um sistema de monitoramento extremamente simples e eficiente. Desenvolvido para a realidade brasileira, permite um monitoramento rápido e preciso de áreas sujeitas ao ataque de cupins subterrâneos.
Composto de estações que simulam um ambiente ideal para a alimentação dos cupins subterrâneos, TERMATROL® PRO deve ser usado para a formação de uma "rede" de interceptação da movimentação dos cupins em busca de alimento.
Projetado tanto para atender à proteção no perímetro externo contra infestações oriundas de árvores ou edificações da circunvizinhança quanto para servir como um "detector" em áreas internas, TERMATROL® PRO permite ao profissional de controle de pragas oferecer um serviço realmente completo contra cupins subterrâneos.

2. COMPONENTES DO KIT

TERMATROL® PRO foi concebido para atender a todos os tamanhos de empresas de controle de pragas urbanas.
Para as pequenas e médias empresas, TERMATROL® PRO é oferecido em KIT completo, suficiente para atender a todas as necessidades geradas na realização de uma descupinização em uma casa de até 100 m2.
Para as grandes empresas e grandes projetos, TERMATROL® PRO pode ser adquirido em lotes separados de estações, iscas, acessórios e cupinicidas de acordo com o tamanho do projeto ou necessidade da empresa.

2.1. Estação para Áreas Externas
A Estação AE é composta de duas peças.
A peça externa tem formato cilíndrico, oca, com aberturas laterais que servem para o acesso dos cupins. Deve ser enterrada no solo tanto em áreas de jardins quanto em calçadas e pisos. Feita em plástico inerte de alta resistência tem elevada durabilidade. A cor padrão é verde.
A peça interna é composta de uma tampa onde é fixada a isca propriamente dita, e deve ser encaixada na peça externa com o auxílio da chave plástica.

2.2. Estação para Áreas Internas
A Estação AI também é composta de duas peças.
A peça externa tem formato de um anel com uma borda plana. Deve ser fixado em perfurações feitas nos forros de gesso. Feita em plástico inerte de alta resistência, tem elevada durabilidade.
A peça interna é composta de uma tampa onde é fixada a isca propriamente dita, e deve ser encaixada na peça externa com o auxílio da chave plástica.
2.3. Chave
Para a retirar as iscas das estações é necessário utilizar a pequena chave plástica que acompanha o KIT
2.4. Trado para Escavação de Áreas Externas
Formado por uma peça cilíndrica, oca, este acessório serve para esca-var seções de terra para a instalação da peça externa da Estação AE.
2.5. Cupinicida Líquido
No KIT de TERMATROL® PRO é apresentado 3 opções de cupinicidas líquidos. Cada um dos produtos apresenta características mais apropriadas em termos de segurança, toxicidade e custo. O Profissional de Controle de Pragas poderá optar por adquirir o KIT que melhor lhe convir, de acordo com a característica do serviço. Cada KIT contém 5 litros do produto escolhido. Não há KITS com mix de produtos.


3. TIPOS DE SERVIÇOS POSSÍVEIS

3.1. Pós Construção

3.1.1. Monitoramento Preventivo em Pós Construção
Este tipo de serviço poderá ser oferecido a qualquer cliente que, mesmo não tendo infestação de cupim em sua residência ou empresa, deseja prevenir-se de um prejuízo causado por ataque inesperado de cupins.


3.1.2. Barreira Química Preventiva e Monitoramento
Como o item 3.1.1, este tipo de serviço poderá ser oferecido a qualquer cliente que, mesmo não tendo infestação de cupim em sua residência ou empresa, deseja prevenir-se de um susto causado por ataque inesperado. Nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, já há uma certa precaução quanto aos cupins subterrâneos, pois uma boa parte da população já teve em algum momento severos danos materiais e incômodos, causados por este tipo de cupim. Justamente para este perfil de clientela é possível oferecer um serviço que atenda às expectativas de prevenir qualquer tipo de ataque de cupins que possa ocorrer.

3.1.3. Barreira Química Corretiva e Monitoramento
É recomendável a aplicação de tratamento do solo em toda a área ao redor do alicerce da construção e no contorno da edificação. Neste tratamento deverão ser utilizados 5 litros de calda por metro linear para 30 centímetros de profundidade de solo. Os pontos de aplicação deverão manter uma distância de 30 a 40 centímetros entre si e de 10 a 15 centímetros da edificação. Este tratamento tem por objetivo criar uma barreira no solo, impedindo o acesso de cupins provenientes das colônias subterrâneas. Além destas áreas, todas as juntas de dilatação e fissuras (rachaduras) deverão ser tratadas.
Todo o madeiramento mantido em contato direto com a alvenaria deverá ser tratado, independentemente de apresentar ou não indícios de ataque. Este tratamento será efetuado com o objetivo de eliminar os insetos aí existentes, bem como impedir o acesso dos cupins a estas fontes importantes de alimento.
É recomendável, também, o tratamento dos conduítes e colunas de hidráulica. Este tratamento tem por objetivo restringir a movimentação dos cupins através destes elementos.

3.2. Pré Construção

3.2.1. Monitoramento Preventivo em Pré-Construção
Além de edificações prontas, este tipo de serviço pode ser oferecido também para aqueles que estão cons-truindo residências de alvenaria ou de madeira (tipo pré-fabricada). Nesta situação, deve ser feito um tratamento preventivo antes da colocação do contrapiso, aplicando-se 6 L/m2 de calda cupinicida e cobrindo-se com uma lona preta por 24 horas, para a adsorção do produto às partículas do solo. Após o término da montagem ou construção, todos os madeiramentos fixados à alvenaria e conduítes serão tratados. Também deve ser feita a barreira química no perímetro externo para em seguida serem instaladas as estações de monitoramento. Esta metodologia visa utilizar as estações para identificar focos externos de atividades dos cupins, permitindo assim, ao controlador profissional, redobrar a tenção no monitoramento nestes locais ou fazer um repasse de produto como medida de segurança.

4. PROCEDIMENTOS PARA USO DO SISTEMA

4.1. Inspeção Inicial
Antes da venda de qualquer tipo de serviço de controle de cupins subterrâneos, é necessário conhecer muito bem o local onde serão desenvolvidas as atividades de controle. Para isso, logo após o primeiro contato com o cliente, é indispensável agendar uma visita técnica ao local para a realização de uma detalhada e criteriosa inspeção.

4.1.1. O que observar ?

Alguns itens são imprescindíveis de serem observados para um bom planejamento das ações:

  • características do terreno (inclinado, plano, sofreu corte ou aterramento)
  • características do solo (arenoso, argiloso, orgânico, aterro)
  • tipo da construção (madeira, alvenaria, mista, concreto)
  • idade aproximada da construção
  • revestimentos (lambris, papel de parede)
  • pisos (assoalho, taco, piso frio)
  • presença de porões (é importante vistoriá-los cuidadosamente)
  • poços, fossas, vazamentos ou qualquer outra fonte de umidade
  • árvores (quantidade, idade, tamanho, espécie)
  • pisos internos elevados
  • tipo do forro (laje, madeira, estuque)

4.1.2. O que anotar ?
Além das características físicas listadas no item 4.1.1, é preciso considerar o histórico da construção.
É importantíssimo anotar dados como:

  • data da construção
  • reformas
  • infestações anteriores
  • árvores que foram cortadas ou arrancadas
  • infestações antigas ou recentes na circunvizinhança

4.1.3. Cálculo do Custo do Monitoramento
No cálculo do preço de venda, alguns fatores devem ser levados em consideração:
1) Quantas estações externas serão utilizadas;
2) Quantas estações internas serão utilizadas;
3) Taxa de reposição por quebra ou perda;
4) Freqüência dos monitoramentos;
5) Tempo gasto em cada monitoramento;
6) Duração total da garantia e do monitoramento.

4.2. Instalação

4.2.1. Estação para Áreas Externas
Direto na terra: utilize o trado que acompanha o KIT para escavar uma seção cilíndrica de terra onde deverá ser instalado o corpo externo da estação. Tome cuidado para não deixar cair muita terra no interior da armadilha ao instalá-la.
Em calçamento muito fino (espessura inferior a 2 cm): utilize uma furadeira com uma serra "copo" com diâmetro de 2" ou faça um corte no piso e dê o acabamento com um pontalete de metal. Retire a terra usando o trado que acompanha o KIT e instale o corpo externo da estação.
Onde não foi feita Barreira Química: as estações devem ser instaladas a uma distância inferior a 2,5 me-tros uma da outra, sob pena de serem criadas "zonas escuras" onde não será feita a detecção caso os cupins passem por ali.
As estações também não devem ser instaladas a mais de 0,5 metros das paredes da edificação.
Exemplo: uma casa com terreno de 10 x 30 metros; com 88 m2 de área construída; com perímetro de 38 metros (8+8+11+11 metros) necessitará de aproximadamente 16 estações externas para garantir uma cobertura adequada da área. Estas estações deverão ser instaladas cerca de 40 cm das paredes e distantes 2,4 metros uma da outra.
Onde foi feita Barreira Química: as estações devem ser instaladas a uma distância inferior a 4,5 metros uma da outra, sob pena de serem criadas "zonas escuras" onde não será feita a detecção caso os cupins passem por ali.

As estações também não devem ser instaladas a mais de 0,5 metros das paredes da edificação.
Exemplo: uma casa com terreno de 10 x 30 metros; com 88 m2 de área construída; com perímetro de 38 metros (8+8+11+11 metros) que teve todo o perímetro quimicamente tratado, necessitará de aproximadamente 8 estações externas para garantir uma cobertura adequada da área. Estas estações deverão ser instaladas cerca de 40 cm das paredes e distantes 4,5 metros uma da outra.

4.2.2. Estação para Áreas Internas
Em fundos de armários, forro de gesso e caixão perdido: utilize uma furadeira com uma serra "copo" com diâmetro de 1 3/4" ou broca de grosso diâmetro e abra uma janela cilíndrica na madeira, no forro de gesso ou no caixão perdido. A abertura deve ter o mesmo diâmetro do anel de suporte, caso contrário você será obrigado a usar cola para fixar o anel. Corte a isca de madeira num tamanho que caiba no espaço vazio.
Em calçamento com espessura superior a 2 cm utilize uma furadeira com uma serra "copo" ou faça um corte no piso e dê o acabamento com um pontalete de metal. Retire a terra usando o trado que acompanha o KIT e instale o anel externo da estação AI.

4.3. Monitoramento
Periodicamente, todas as estações devem ser cuidadosamente vistoriadas e todo sinal de ataque deve ser indicado na planilha de monitoramento. Assim você terá uma visão espacial do comportamento da infestação e poderá tomar as ações corretivas necessárias.
4.3.1. Usando a Chave
Para a retirada do corpo interno da estação (que contém a isca) utilize a chave plástica girando no sentido anti-horário.
4.3.2. Retirando a Isca
Retire cuidadosamente a isca para não causar distúrbio na população de cupins que eventualmente possa estar se alimentando da isca.
4.3.3. Observando o Ataque
Em caso de atividade de cupins duas situações podem ocorrer:
1ª) Os cupins podem ter atacado a peça e abandonado a estação por qualquer motivo (morte da colônia, perturbação da área, etc.). Neste caso, é importante observar se há rastros do ataque e se é recente ou não.
2ª) Os cupins podem estar se alimentando ativamente da isca instalada. Neste caso, é fundamental observar a quantidade de soldados e operários.
 
4.3.4. Anotando os Resultados
Todas as observações devem ser anotadas numa planilha de monitoramento (há um modelo nos anexos).

4.3.5. Reativando a Estação
Após a observação, não é necessário limpar ou trocar a isca, basta apenas recolocá-la novamente no lugar.

4.3.6. Recolocando a Isca
Introduza a isca novamente na seção externa da estação e utilize a chave plástica para travar a tampa. Certifique-se que ocorreu o correto fechamento, principalmente naquelas estações instaladas em tetos.


4.3.7. Instalando a Isca Nova
Caso não ocorram ataques de cupins nas iscas, estas só deverão ser trocadas em caso de apodrecimento da isca (o que pode ocorrer em áreas externas que sofrem alagamento freqüente).
Caso a isca tenha sido consumida por cupins, somente deverá ser instalada uma isca nova após a realização das ações corretivas (barreira química).

4.4. Interpretação do Monitoramento
A voracidade do ataque à isca pode ser um bom indicativo da proximidade com a colônia. O número e as posições das iscas atacadas também podem fornecer um mapa espacial da infestação.
Por exemplo: se todas as iscas externas do lado direito da residência forem atacadas, é muito mais provável que a infestação venha destas proximidades. E ainda, se as iscas que ficam em linha com uma árvore forem todas atacadas, pode haver uma grande colônia se desenvolvendo no interior do tronco.

4.4.1. Instalando Estações Adicionais
Quando ocorrerem ataques leves em apenas uma ou duas estações externas, é aconselhável aumentar o número de estações nas áreas próximas onde ocorreu o ataque. Neste caso, estas estações são temporárias e devem ser identificadas com o mesmo número da estação mais próxima, seguido de uma letra. Ex: ataque na estação 8. Serão instaladas mais 4 estações e estas deverão ser codificadas assim: 8-A, 8-B, 8-C e 8-D.

5. TRATAMENTO QUÍMICO

5.1. Madeiramento Estrutural
Todos os elementos de madeira existentes e mantidos em contato direto com a alvenaria serão tratados. Para tanto, será pulverizado defensivo em toda a superfície de madeiramento estrutural sem acabamento.

5.2. Madeiramento de Acabamento
Todos os elementos de madeira existentes e mantidos em contato direto com a alvenaria serão tratados. Para tanto, será injetado defensivo nos orifícios provocados pelos insetos e em outros produzidos artificialmente, com broca de 3 mm de diâmetro. Após a aplicação, os orifícios serão fechados.

5.3. Caixões Perdidos, Vãos entre Paredes
Durante o trabalho pode haver necessidade da abertura de orifícios de maior diâmetro para prospecção e tratamento de eventuais vãos existentes sob a estrutura ou em seu interior. Após a aplicação do tratamento, os orifícios deverão ser fechados.

5.4. Perímetro Externo e Interno
Este tratamento será realizado através da aplicação de defensivo no solo . Para tanto, serão efetuadas perfurações com 13 mm de diâmetro nos pisos e em paredes nas partes em contato com cortes do terreno. Através destes orifícios será injetada, sob pressão, formulação de defensivo no solo.

5.5. Conduítes
A partir de tomadas de luz, interruptores, caixas de força, etc, os conduítes existentes no subsolo e andar térreo, serão tratados com defensivo na forma de pó.

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